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Arlindo Parreira

Estou sem saber como publicar estas fotos. Falta-me coragem e não sei que nome dar a este artigo.

O prédio e as salas onde funcionou a nossa escola primária está em total estado de degradação e abandono. As portas e janelas estão quebradas, assim como as cadeiras amontoadas e espalhadas pelos cantos, cobertas de camadas de pó de alguns anos. As andorinhas fazem ninhos por tudo e sujam as paredes e o piso. Os morcegos tomaram conta da chaminé e dividem com os ratos as salas de aula. Sinal dos tempos. Em outras épocas, estas salas vibravam de vida e de entusiasmo. Mas, nos nossos dias, foi este o cenário que lá encontrei. Não há mais alunos, nem professores, e o lugar foi dado ao desprezo e abandono.

Castelo Branco. Salas onde funcionou a nossa escola primária está em total estado de degradação e abandono. As portas e janelas estão quebradas, assim como as cadeiras amontoadas e espalhadas pelos cantos, cobertas de camadas de pó de alguns anos.

Como puderam deixar isso acontecer? Como pode chegar a este estado, este lugar que um dia teve um papel tão importante e tão especial na vida de Castelo Branco?

Os livros onde a maioria de nós estudou, estão espalhados pelos cantos sujos e cobertos com fezes de morcegos, andorinhas e ratos. Parece a cena de um filme que mostra um lugar onde aconteceu um terremoto. Está tudo abandonado, em cacos. Castelo Branco: Os livros onde a maioria de nós estudou, estão espalhados pelos cantos sujos e cobertos com fezes de morcegos, andorinhas e ratos. Parece a cena de um filme que mostra um lugar onde aconteceu um terremoto. Está tudo abandonado, em cacos. IMG_1238 IMG_1240São gavetas caídas no chão, fora de lugar, com rimas de pastas, onde os ratos fazem ninho. Em uma destas gavetas, pude ver mais pastas com o nome de cada aluno dos anos 60, e nelas ainda estavam o aproveitamento escolar. Em outras, vi desenhos dos alunos, raparigas e rapazes, com dedicatórias feitas aos pais e professores. Tudo em desordem e abandono...

Como deixaram acontecer algo assim? Nossa terra teve e tem tantos licenciados. Gente ilustre que nasceu e aprendeu, nestas salas de aula, as suas primeiras letras. São muitos os conterrâneos que brilharam, enriqueceram e levaram mundo a fora o legado desta escola, seus professores e colegas de carteira.

Nos quarenta minutos que permaneci lá dentro, tive que sair e entrar várias vezes para encher os pulmões de ar e poder respirar. Não foi fácil suportar o mau cheiro e o ar insalubre e irrespirável lá de dentro.

Apesar do estado de abandono das salas, só de estar lá de novo, o meu coração ficou feliz e bateu mais rápido, e fez-me voltar no tempo, para reviver outras épocas mais felizes.

Recordei-me imediatamente dos meus amigos e das brincadeiras que fazíamos. Relembrei do meu professor e ao recordar dele, quase chorei. Pude vê-lo novamente na cadeira a dizer para a turma manter silêncio, e fazer o trabalho com calma. Tantas imagens que vieram, aventuras e artes que ali pintamos e bordamos...

As fotos falam por si, no lado de fora não está diferente de lá de dentro. A erva tem quase 80cm de altura com risco de incêndio

Incompetência, desleixo, o que dizer disto? Não quero culpar nem responsabilizar ninguém, apenas fazer um apelo a todos os albicastrenses: Vamos salvar a nossa escola.

Que falta faz por ali o meu professor e amigo Francisco Rodrigues, lembrei dele nas tardes depois do horário da escola, em que podávamos as roseiras, tirávamos as ervas daninhas e mantínhamos a escola linda e limpa. Lembro dele e de tantos outros professores que passaram por aquelas salas e dos seus alunos. Em memória destes mestres que dedicaram sua vida a educação da nossa aldeia, nossa escola merece um destino melhor.

Este prédio que perdeu função quando desativaram a escola primária, deveria ter um destino mais digno. Ouvi alguém na aldeia falar de um museu. Porque não fazer nestas salas um espaço multimídia para jovens e antigos passarem as horas? Deve haver algum fundo do Governo, da Câmara Municipal ou então, dos albicastrenses para salvar este lugar!

Fica o apelo: Vamos salvar a nossa escola.

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Luis Pardal

Autor: Mario Neto

N. SRa DO CAMINHO NO ANDOR DENTRO DA CAPELASR DO CAMINHO -11SR . DOCAMINHO-2 ESTANDARTE DE C. BRANCOSR DO CAMINHO -8SR DO CAMINHO-12

 
Zulmira Geraldes

Lembro-me vagamente   de um grupo de homens,  a cavar vigorosamente um terreno com leve aclive  à beira do caminho já quase fora da aldeia.  Ali seria construida uma casa nova    Não havia ainda nenhuma construção na redondeza.

Enquanto os homens preparavam  o terreno, ao longe já se ouviam os estrondos da pólvora a explodir as fragas de onde se extraíria o  material básico necessário para a construção.  Todas as casas eram feitas com grossas paredes de pedra..

A seguir, o vai e vem dos carros de bois cujo chiado  denunciava  a carga pesada. Acredito que toda a frota da aldeia estivesse em ação. O trabalho era muito mas todos ajudavam.

Não me lembro da subida das paredes nem da colocação do telhado mas  do dia em que,  já quase pronta, fomos visitar a obra . Minha irmã talvez tivesse apenas uns dois  anos de idade. O assoalho estava quase pronto, faltavam uma tábua aqui e outra ali. Todos empolgados com a casa nova nem percebemos que as perninhas da pequena  não alcançavam o vão e ela acabou caindo para o andar de baixo. Foi uma choradeira e uma correria.  Mas felizmente não passou de um susto..

A casa era de bom tamanho para nossa família. .Além de meus pais com os três filhos pequenos ainda tinhamos conosco a minha avó e o tio Henrique que era irmão da minha mãe.

Até esta época  viviamos na antiga casa   que ficava à soalheira.

Na parte de cima da casa nova, por onde se chegava através de uma rampa externa,  havia a entrecasa (hall) com ligação para a cozinha, a sala e os  dormitórios.. Na parte inferior, as dependências naturais a todas as casas da aldeia.

Nesta parte, ficava a despensa e o tear . Minha mãe era uma excelente tecelã pois dali   vi sair lindos tapetes, mantas  de burell e colchas em lã de carneiro. Também  lençóis do linho  plantado, colhido e transformado pelas mãos das pessoas da família.

Aquele tear e sua localização eram providenciais. Minha mãe era tão alegre e falante que todos que por ali passavam  paravam para descansar antes de chegar em casa e contar ou saber as novidades.

Ali ao lado,  ficava o tonel do vinho. Era muito grande (talvez devido ao meu tamanho naquela época.).  A seguir havia  prateleiras com tãlhas de azeite,azeitonas, queijos, sacos de batatas,  etc.  

Esta entrada era adornada por uma roseira branca, trepadeira enorme  que ia quase até o telhado e  que  emoldurava e perfumava  todo o entorno da janela do nosso quarto.

Na cozinha havia dois grandes bancos de madeira em volta da lareira e o chupão tinha  um corte na cantaria, que meu pai mandou fazer para não mais  batermos a cabeça.

A sala era outro item à parte. Nela havia uma cristaleira com louças e uma enorme mesa de jantar Mas o que mais me marcou foi um quadro do Sagrado Coração de Jesus pendurado na parede. A imagem de Jesus nos fitava . De qualquer lugar da sala em que estivéssemos parecia que nos vigiava. Minha mãe usava esse recurso para nos assustar e nos manter comportados. No começo até funcionou pois cheguei a ter medo e até  evitar ir sozinha à sala ....

Havia ainda uma porta com postigo em vidro que dava para a sacada e ao lado uma janela. Ali, no inverno, por detrás das vidraças, admirávamos a paisagem toda branquinha,  dos dias e  noites  de neve. Viamos a gente a passar e a imprimir seus passos na brancura do caminho nevado.

Lá fora, além do muradal ao lado da casa,   havia um belo jardim. Plantado pela Mãe Natureza.Era um bosque cheio de olmos e lá no alto de um deles, um ninho de cegonha. Havia um outro olmo  também grande e oco e muito bom para brincadeiras.

Na primavera tudo ficava florido.  Entre outras flores silvestres, tinhamos  papoulas,violetas,  estourotes, campainhas e  margaridinhas com as quais através do trançado dos cabinhos  fazíamos pulseiras e  coroas para adornar as princesas ou cinderelas imaginárias. 

Por entre os olmos havia um pequeno lago que no inverno congelava. Ali demos muitos tombos deslizando no carambelo.

clip_image001[4]Ao lado da ribeira havia uma  amoreira que dava  amoras muito grandes e suculentas e seus grandes galhos serviam de trampolim às nossas peripécias.

Na parte de trás da casa ficavam umas cortinhas  reservadas  ao cultivo de melões,  dos mais perfumados que já vi.  Estes terrenos eram delimitados, de um lado por frondosos sobreiros e um cerejal e na outra extremidade tinha uma enorme silveira  que pendia para o caminho.

Tive o privilegio de ali passar a infância.

Convivi com a natureza de maneira plena. Com muita liberdade e segurança,   no seio de  uma  família feliz  e de muitos amigos queridos. 

Quem não teria saudades de um lugar como este?

 
Isaias Cordeiro

 Azulejo da Capela de Santo Antonio em Castelo Branco Mogadouro    

Ainda há bem pouco tempo, dias apenas, ou se quiserem “catorze de Agosto de 2010” tive a oportunidade de comentar a bonita festa que gente de boa vontade, devotos, amigos e os Antónios, estes, vizinhos ou nem por isso mas unidos pela mesma fé realizaram um trabalho louvável que urge manter para não se perder aquilo que resta como força anímica capaz de fazer a diferença entre o bom convívio e as animosidades que por vezes acontecem nas pequenas comunidades por esta ou aquela razão ainda que por vezes descabida de fundamentos.

Não me passaram despercebidos pequenos pormenores sendo que o mais relevante era na verdade a falta da imagem do Santo venerado. Não deixei no entanto de registar outra imagem, uma réplica perfeita representando o mesmo sentimento como se do original se tratasse. Numa pequena capela, espaço diminuto faz sentido que algo se realce gerando um sentimento religioso ainda mais profundo.

Interior da Capela de Santo Antonio, em Castelo Branco Mogadouro,  nesta imagem o altar mor esta sem a imagem original do Padroeiro

A minha curiosidade levou-me a questionar a falta da verdadeira imagem. Explicaram-me o envio para restauro, e como tal a partir daí ocultei a falta e não quis de forma nenhuma perturbar algo íntimo e quebrar a fé de todos os que ali se deslocavam participando na festa. De grosso modo poucos se aperceberam de tal facto.

Bem pode o Santo António ajudar todos os que o veneram! Escusado será dizer que não está sozinho nesta caminhada eterna! Muitos lhe dedicam amor, expresso na dedicação no dia a dia e na sua disponibilidade. Os zeladores não se poupam a esforços e sacrifícios para manterem viva esta capela e se possível incluí-la nos roteiros religiosos.

Vista lateral da Capela de Santo Antonio com Azulejo recem colocado pelos devotos de Castelo Branco Mogadouro

Ontem pela manhã fui surpreendido com o painel de Azulejos colocado no alçado lateral direito da capela. O António meu cunhado tinha-me falado que a Delmina sua sobrinha tinha oferecido esse painel. Não perdi tempo e aqui estou a dar conta e por certo levar a imagem até aos que longe desta terra gostam de notícias principalmente as que julgo serem do agrado de toda a nossa comunidade.

Já este texto estava a meio quando por motivos óbvios me desloquei junto á capela e em mero comentário tive conhecimento da reposição da imagem já restaurada. Trabalho bem executado e aí está o altar no seu esplendor e como tal nada melhor que “”dois em um”” que ofereço a toda a comunidade Albicastrenses para memória futura.

Altar mor da capela de Santo António com a figura do Santo padroeiro restaurada por fieis devotos

Um abraço a todos

Isaías Cordeiro

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Sugestões para devoção a Santo António

Autor: Luis Pardal

CINCO MINUTOS DIANTE DE SANTO ANTÓNIO:

Há quanto tempo te esperava, ó alma devota, pois bem conheço as graças de que necessitas e que queres que eu peça ao Senhor.

Estou disposto a fazer tudo por ti; mas, filho, diz-me uma a uma todas as tuas necessidades, pois desejo ser o intermediário entre tua alma e Deus com o fim de suavizar teus males. Sinto a aflição de teu coração e quero unir-me às tuas amarguras.

Desejas o meu auxílio no teu negócio..., queres a minha protecção para restituir a paz na tua família..., tens desejo de conseguir algum emprego..., queres ajudar alguns pobres..., alguma pessoa necessitada..., desejas que cesse alguma tribulação..., queres a tua saúde ou a de alguém a quem muito estimas? Coragem, que tudo obterás.

Agradam-me, também, as almas sinceras que tomam sobre si as dores alheias, como se fossem próprias. Mas, eu bem vejo como desejas aquela graça que há tanto tempo me pedes. Tem fé que não tardará a hora em que hás de obtê-la.

Uma coisa, porem, desejo de ti. Quero que sejas mais assíduo ao Santíssimo Sacramento; mais devoto para com a nossa Mãe, Maria Santíssima; quero que propagues a minha devoção e ajudes meus pobres. Oh! Quanto isso me agrada ao coração! Não sei negar nenhuma graça àqueles que socorrem os outros por meu amor, e bem sabes quantos favores são obtidos por esse meio.

Quantos, com viva fé, têm recorrido a mim com o pão dos pobres na mão e são atendidos! Invocam-me para ter êxito feliz em um negócio, para achar um objecto perdido, para obter a saúde de uma pessoa enferma, para conseguir a conversão de alguém afastado de Deus, e eu, por amor dos meus pobres cuja miséria está a meu cargo, obtenho de Deus tudo o que pedem e ainda muito mais.

Temes que eu não faca outro tanto por ti? Não penses nisso porque prezo muito as prerrogativas concedidas por Deus de ser – o santo dos milagres.
Muitos outros, como tu, têm precisado de mim e temem pedir-me, pensando que me importunam.

Leio tudo no fundo do coração e a tudo darei remédio; hei de obter as graças; não temas.

Agora, volta às tuas ocupações e não te esqueças do que te recomendei; vem sempre procurar-me, porque eu te espero; tuas visitas me hão de ser sempre agradáveis, porque amigo afeiçoado como eu não acharás.

Deixo-te no coração sagrado de Jesus e, também, no de Maria e no de São José.
Reze em seguida: 1 Pai-Nosso, Ave-Maria e Glória ao Pai.

RESPONSÓRIO DE SANTO ANTÔNIO

Se milagres desejais
Contra os males e o demónio
Recorrei a Santo António
E não falhareis jamais.

Pela sua intercessão
Foge a peste, o erro e a morte,
Quem é fraco fica forte
Mesmo o enfermo fica são.

Rompem-se as mais vis prisões,
Recupera-se o perdido,
Cede o mar embravecido,
No maior dos furacões.

Penas mil e humanos ais,
Se moderam, se retiram;
Isto digam os que viram,
Os paduanos e outros mais.

Recupera-se o perdido...

Glória ao Pai, e ao Filho e ao Espírito Santo

Recupera-se o perdido...

V: Rogai por nós, bem-aventurado António.
R: Para que sejamos dignos das promessas de Cristo.

OREMOS
Ó Deus, nós vos suplicamos, que alegre à Vossa Igreja a solenidade votiva do bem-aventurado António, vosso Confessor e Doutor, para que, fortalecida sempre com os espirituais auxílios, mereça gozar os prazeres eternos.
Por Jesus Cristo, Nosso Senhor.

 

Para mais orações a Santo António clique aqui

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Luis Pardal

Autor: Valter Matos

É com enorme prazer e orgulho que autorizo a divulgação das fotos no blog ou no portal, pelos quais também eu dou os PARABÉNS!

Apesar de não ser Albicastrense, a aldeia já me diz muito, pois casei recentemente com uma das netas da D.Antónia Luzia, essa sim, Albicastrense desde sempre! Vou com alguma frequência à aldeia e agora com o "bichinho" da fotografia, não podia deixar de registar os belíssimos postais que Castelo Branco tem para oferecer!

Se necessitar das fotografias com melhor qualidade, é com todo o gosto que as disponibilizarei...

Com os melhores cumprimentos...

Valter Matos

(Vista para a Capela de N.S. da Vila Velha - Castelo Branco - Mogadouro)

(Capela de N.S. da Vila Velha - Castelo Branco - Mogadouro)

(Capela de N.S. da Vila Velha - Castelo Branco - Mogadouro)

(Vista da torre da Igreja de Ctlo. Branco - Mogadouro)

(Igreja de Castelo Branco - Mogadouro)

Para conhecer mais fotos do autor visite o blog: http://cambalhotafotografica.blogspot.com

 

 
Arlindo Parreira

No vídeo abaixo mais um registro de um momento impar: Maria Morena… Na voz de nosso fadista Dário. É imperdível. Diria mesmo, impecável!

Que viva o fado e nossos ilustres fadistas para sempre! No vídeo de julho de 2010: António, Dario , António S. E silêncio, porque se vai cantar o fado!

 

Siga o link para assistir mais dez videos dos nossos fadistas 

 

 
Marina Craveiro

 A minha idéia viajou,

Porque atenta reparou

No tempo da mocidade,

E ao Brasil foi parar.

Eu não estou a sonhar

E para o Luís vou mandar

Um abraço de saudade!

 

Com o passar do tempo,

Vou lembrando a mocidade,

Lembro do Luís Pardal,

Quando ele era criança,

Tenho isso na lembrança!

Menino obediente e também inteligente,

Querido por toda a gente!

 

Tantos anos eu passei

A fazer versos que guardei.

Nunca eu imaginava

Que o Arlindo os levava,

O Luís os publicava

E eu muito feliz ficava!

 

É neste monte agreste

Que vai crescendo a giesta,

Também a flor silvestre

Vai florindo neste campo,

Assim como a amizade

Vai crescendo na aldeia de Castelo Branco.

 

Eu quero retribuir

Toda esta amizade,

Ao Arlindo e ao Luís agradecer

Por os meus versos publicarem.

E da família Meleiro

Vai um abraço de saudade

Para a família Parreira

E também para a Pardal!

 

Que Deus lhes dei-a saúde,

A eles e toda a família

E que a vida lhes sorria.

Ficar-lhes-ei sempre agradecida,

Esta amiga que muito os estima

E que se chama Marina!

 

Marina da Graça Craveiro, 17 de Agosto de 2010

 
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